terça-feira, 16 de março de 2010

criação alheia de suma importância

o valor de uma amizade
Eu sei que todo mundo tem seus amigos, você...eu... todos. Acho que ninguém vive sem um amigo por perto, um amigo pra quando estiver mal, bem... ou um amigo para apenas te dar um sorriso todo dia. E eu vou falar de uma amiga minha, uma amiga que ta comigo sempre que eu preciso, que ta ali me ajudando e apoiando a todo momento, que rir comigo, que sabe dar os melhores conselhos e como nem tudo é perfeito também temos as nossas brigas. Mais tem um problema essa amiga minha não mora na mesma cidade que eu e nem na cidade vizinha. O nome dela é Cecília e mora em Belo Horizonte, ela é linda. A gente se conheceu pelo MSN e Orkut e nos falamos assim, nossa amizade tem seus momentos bons e os ruins também como qualquer outra que se vê. Hoje acho que minha vida seria melhor se a Cecília morasse perto de mim, mais eu agradeço por Deus ter colocado ela na minha vida, porque acho que se eu não conhecesse ela estaria algo incompleto na minha vida. É ela que me ajuda, ela me entende , eu posso sentir o que as palavras dela estão querendo me transmitir, ela que ta comigo no meu dia a dia e eu no dela. É linda a amizade que temos, mais é triste por um lado, pelo fato de não morarmos perto uma da outra, pode até ser que prejudique por um lado, mais nossas forças estão ali nos unindo sempre. Tenho que confessar que quando brigamos eu fico muito mal, meu dia fica chato, mais não conseguimos ficar sem falar uma com a outra e nos desculpamos. Amizade igual a dela é linda de se ter e mais linda ainda de se viver, confiamos, acreditamos, contamos uma com a outra ! Já errei muito com ela, e isso ainda me deixa mal quando eu lembro. Ela sabe me alegrar quando tudo ta mal, amizade perfeita se resume na que eu tenho com ela... eu poderia passar o dia inteiro falando dessa amizade, mais acho que seria o bastante, acho que eu não saberia viver sem a amizade dela, porque simplesmente ela já faz parte da minha vida, do meu convívio... acho que esse um ano e meio que conheço ela posso dizer que ela foi extremamente essencial, cada dia ,cada conversa , cada momento, cada compreensão,cada ajuda, ela é única e inesquecível...eu quero falar dela pra meus filhos e netos no futuro pra eles verem a grande amiga que eu tive e vou ter até lá... a melhor amiga que alguém poderia querer, não tem explicação pra isso. Tudo isso vai ficar guardado comigo pra sempre, por toda minha vida no meu coração. E eu sei que pode acontecer o que for, nós vamos estar enfrentando cada coisa juntas. Porque o amor e a amizade que temos é mais forte que qualquer coisa.
Elizabeth

Este texto foi feito por uma amiga, uma surtada que, por algum motivo, gosta de mim - e, como se não bastasse, dedicou a redação de escola à quem menos merece: eu. Quero te agradecer por tudo Elizabeth, principalmente por existir. O que o MSN uniu, a distância não separa.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Esqueçam o post anterior !

Devo ter sorte... A próxima edição do FL sai semana que vem, e adivinhem? Vou escrever pra coluna! Bom, isso nos faz esquecer o post anterior em que eu estava super deprimida dando adeus a minha página social feliz. Mas ah, já foi. São águas passadas, né? Bom, fora isso, minha mãe conseguiu um folheto da APAE - Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais; eu li sobre eles e lá tem um programa de voluntariado. O que vai ser ótimo pra mim! Mas eu preciso entrar em contato com eles para saber como participar e tal. Vou fazer isso amanhã, aliás. Ah, é! A APAE fica perto da minha casa, já é outro ganho! Acho que vai dar tudo certo. Enfim, acabou que eu fiquei dizendo que um blog diário não daria certo e olha aí, estou postando todos os dias. Rá. Beijinhos, mais novidades, posto aqui.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Notícia triste: talvez, esta será minha última coluna no FL.

Procura-se a verdade

Uma amiga minha tem certeza de que está sempre certa. Do conselho para alguém que acabou de terminar um namoro às melhores estratégias para ir bem numa prova: ela tem a chave de tudo. Ou acha que tem, né. Enfim. Outro dia, começamos uma dessas discussões que a gente sabe que não vai levar a lugar nenhum, mas dá o sangue nela (certo, exagerei). Ela, claro, tinha certeza de que estava com a razão, e eu, bem, er... eu também. Discussão vai, discussão vem, e eu me lembrei da placa do cachorro.
Calma, vou explicar. Um dia, eu estava andando serelepe pela rua, quando vi um poste com um desses avisos assim: “Dona desesperada procura seu cachorro, cor tal, nome tal etc”. Não sei por quê, logo imaginei que louco seria encontrar uma placa assim: “Dona desesperada procura a verdade, tamanho tal, sobre tal assunto etc”. Aí eu mesma ri da minha divagação idiota (tenho várias, ok? Assumo!). Idiota por dois motivos. Primeiro, porque é idiota e pronto. Segundo, porque a verdade não tem dono, né? É muito triste quando a gente percebe isso, mas fazer o quê? Também odeio que chocolate engorde e que chova nos finais de semana, mas as calorias e a chuva estão aí.
É claro que, quando a gente percebe isso (que a verdade não tem dono, caso você não esteja prestando atenção), é normal pensarmos logo em seguida: “Bem, então é a festa da uva! Todas as opiniões são válidas, uhu!” Que dez da manhã é o melhor horário para comer abacate, que namoros devem durar 78 dias, que Deus existe e tem formato de girassol e que todas as pessoas que comem cereal de manhã são volúveis: tudo estaria no mesmo saco. Bom, não é beeem assim, né. Você já deve ter reparado que as opiniões não vêm do nada: tem coisas que as fundamentam.
Um agricultor vai dar um parecer melhor do que eu sobre, sei lá, plantar tomates, e quem se informa terá mais argumentos sobre as eleições do que quem não sabe o que está acontecendo. São opiniões mais bem fundamentadas, digamos, embora isso não signifique que estejam certas. Mas, para complicar um pouco, acontece de as opiniões serem bem fundamentadas para uns, mas não para outros, já que eles usam critérios diferentes para definir qual fundamento vale: o agricultor argumenta usando a técnica, um religioso fala que o melhor é aliar a técnica à oração, uma astróloga garante que não nasce nada enquanto Júpiter permanecer retrógado e um incrédulo diz que não existem tomates e tudo é uma ilusão. Ai, ai! Assim caminha a humanidade: todos brigando pela tal posse da verdade.
Voltando à minha amiga: no fim, não concordamos em tudo, mas chegamos a várias conclusões em comum. Como critério, escolhemos demonstrar racionalmente nossos argumentos: um fala, o outro rebate e assim vai por algumas horas. Que bom seria se fosse simples assim com a humanidade também, né? Mas não dá. São muitas pessoas e muitas opiniões, além de critérios, culturas e crenças diferentes. Quer dizer, isso é o que eu acho. Minha amiga tem certeza de que o mundo só vai levar mais algumas horas, ou melhor, alguns séculos, até tudo melhorar. Aliás, era sobre isso nossa discussão.

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É isso , talvez eu não escreva mais para a coluna social do FL. Mas vamos cruzar os dedos. Talvez eu continue lá. Mas se não, vou continuar fazendo colunas, e vou postá-las aqui mesmo. O que tem demais, não é?
Fora isso, minha mãe e eu conversamos sobre meu possível trabalho voluntário. Eu preciso achar uma ONG séria, e mesmo assim pesquisar sobre ela. Tem uma aqui perto que recolhe alimentos e distribuem para famílias carentes, minha ideia é ir para lá. Mas ainda não é certo, não. Vou pesquisar outros lugares também. Mais novidades e eu posto aqui. Até.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Feliz 2010 !

Sem muitas delongas, feliz ano novo, gente! Muita paz, saúde, dinheiro, amor (aquelas coisas que a gente deseja nos aniversários também). Eu acordei agora, para ser sincera, e não estou uma pessoa muito normal para quem quer começar o ano com o pé direito. Mas a culpa é da festa lá, enfim.

Entenderam, né? HAHAHAHA. Bom, não cortei o cabelo, como faço todo ano. E desisti de cara da minha lista de promessas, como faço todo ano. Mas minha amiga disse que era só estabelecer todas elas como metas, que eu me saio melhor. Portanto, flores e cravos, vou deixar aqui minhas metas, que nem são muitas porque eu deixei pra lá a metade:
- fazer academia
- chocolate só nos fins de semana
- tomar coragem e ler literatura brasileira
- estudar mais e em hipótese alguma tomar recuperação
- sair da vida de computador
- arrumar algum trabalho voluntário
Bom, são só esses, eu disse que não era muita coisa.E eu vou postando conforme os acontecimentos. Desisti do blog diário mesmo...